** Um poema em fase de experimentação:O cio que foi vencido
pelo cansaço sem fim.
A memória brumosa,
símbolos exatos
de um passado distante.
Carne vermelha no asfalto
e meus olhos cansados
que avistam a mesmice.
A infância que foi
interrompida pela velhice.
Um ser castrado.
A perda da expressão.
Face impassível diante do nada.
Laissez-moi!
Arrasta-se em vão,
pelo asfalto,
a carne vermelha e suja.
Um ser agonizante.
A morte de um pombo cinza,
que podia ter sido a minha.
pelo cansaço sem fim.
A memória brumosa,
símbolos exatos
de um passado distante.
Carne vermelha no asfalto
e meus olhos cansados
que avistam a mesmice.
A infância que foi
interrompida pela velhice.
Um ser castrado.
A perda da expressão.
Face impassível diante do nada.
Laissez-moi!
Arrasta-se em vão,
pelo asfalto,
a carne vermelha e suja.
Um ser agonizante.
A morte de um pombo cinza,
que podia ter sido a minha.
autoria de: Patricia Alves Flores
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