Porque a primeira escrita a gente nunca esquece.

Amigos

lundi, juillet 17, 2006


A Fuga das Rosas

Hoje, já não a vejo.
outrora era minha guia, meu cão guia!
Belo é o cego, de amor cego, numa cidade cega!
Feliz sem sono, sem amor também, do resto perdi,
A canalha me sorri, crê que a amo!
Qual era mesmo o motivo? Sim, as trevas, a fuga.
Eu sempre me encontro na fuga, tenho medo!
E você sabe o que é ter medo? Eu não , eu fujo!
Semana que vem estarei partindo, vou ver a Rosa.
Bela, estúpida, mas, bela sabe que não a amo, sabe que nunca amei, nem amarei ninguém, mas Ela me espera ao entardecer...
Sempre...


autoria de Rodrigo "Berinjela" do Amaral. meu amigo poeta!

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